Por Rodolfo Dantas
Você já parou para pensar como está cada vez mais difícil chamar a atenção das pessoas? Elas estão cada vez mais cheias de atribuições: trabalho, família, educação continuada, trânsito e aí vai.
Quando se trata de apresentar a empresa para um cliente ou potencial cliente esta missão torna-se ainda mais difícil. Hoje em dia, mais do que expor uma série de informações sobre a empresa é preciso encantar o cliente. E para isso, uma das ferramentas de comunicação corporativa mais eficazes é o vídeo institucional.
O vídeo institucional tem a responsabilidade de mostrar a empresa da forma mais atraente e responsável possível. Isso significa que a mensagem audiovisual criada deve estar alinhada aos objetivos de mercado e à filosofia da empresa.
Em outras palavras: o vídeo institucional não é simplesmente uma composição estética de imagem, som e locução. Muitos vídeos produzidos para mostrar empresas conceituadas no mercado desconsideram a peça mais importante do produto final: o roteiro.
Há quem acredite que o roteiro é simplesmente o texto que será lido pelo locutor. Aí fica fácil: para desenvolver um, basta saber escrever. Não é nada disso. O roteiro consiste na estruturação técnica do que será comunicado a três canais do receptor do vídeo: a visão, a audição e o canal da “emoção”.
O roteirista profissional tem habilidade e conhecimento para extrair todas as informações relevantes do cliente e estruturá-las de forma agradável, dinâmica e, principalmente, envolvente.
Lembre-se: a maior prova de fracasso de um vídeo institucional é a desatenção do cliente durante sua apresentação. Acredite: alguns chegam a cochilar. As empresas que valorizam a qualidade da comunicação com seu mercado e exigem um roteirista profissional, para o desenvolvimento do roteiro do vídeo institucional, certamente não correm esse risco.
Fonte: http://causaefeito.com.br/espaco_causa_efeito.html
Link curso de Roteiro para Vídeo Institucional
http://www.ateliedeletras.com.br/html/curso_roteiro_video_institucional.php
22 de Setembro de 2009 às 11:49
admin
Mais uma prova do sucesso de produção audiovisual na web.
Segundo Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do IG, que vem acompanhando o crescimento de vídeos online, depois do fenômeno do Youtube, os estúdios e canais de TV do mundo inteiro acordaram para o potencial de audiência do online e resolveram se mexer.
Antes entrar em um jogo em que ainda não se sabe onde está o dinheiro, do que ficar fora dele.
Se o primeiro momento apresentou o segmento dominado por vídeos colaborativos dos mais diferentes tipos, hoje a indústria começa a testar modelos para tentar se manter dominante nos segmentos que atua há décadas. Ameaçados pela pirataria dos 2P2 e concorrendo pelo tempo de navegação do usuário, o mercado começa a experimentar e tentar entender os primeiros resultados.
Apesar de muitas vezes um conteúdo broadcast não se adaptar fielmente ao meio, a Globo entendeu que vale a pena fatiar as novelas e colocar em seu portal. Também é possível acompanhar as partidas de futebol em tempo real, com pílulas de vídeos surgindo com atraso de 3 minutos.
Um outro exemplo da tradicional indústria é o Hulu, um negócio que tem como acionistas a GE,NBC Universal e News Corp., Já dando lucro no concorrido mercado americano. Nos players online brasileiros, o Terra compra as séries americanas de sucesso e o IG produz uma série de conteúdos – música e jornalismo, diretamente de seu estúdio.
O mundo mudou bastante depois do surgimento da web 2.0 com sua banda larga mais barata e forte crescimento de audiência. Estudos da Deloite mostram que o brasileiro que navega na web gasta 3 vezes mais tempo online do que em frente a tv.
O mercado publicitário americano já investe de U$1,38 por horas de vídeo, contra apenas U$1 por hora de programação de TV. Mas a cobertura e hábitos de uso ainda maior na TV – apenas 2% dos vídeos são vistos online – garante um volume maior de investimento no meio tradicional.
O investimento em vídeo online representou 20% do total da mídia internet dos Estados Unidos no ano passado, crescendo 126% comparado a 2007 e a expectativa é passar de U$1 bilhão ainda este ano. Interessante observar também que na tv, compra-se espaços de break de um programa, enquanto que na internet, a comunicação está integrada ao vídeo/programa, tornando a mensagem do vídeo online muito mais efetiva que a da tv.
Quando o internauta busca um vídeo no youtube por exemplo, em determinados conteúdos, há uma inserção de banner de algumas marcas, por exemplo, ao buscar o vídeo sobre um terremoto no Japão, no youtube, carrega um bunner das Casas Bahia, em forma de layer, sobre o vídeo. Ao usuário cabe a opção de fechar a comunicação. Se naquele momento não gerou um clique, certamente ficou o impacto da marca.
A vantagem do vídeo online é que, além de lembrar da marca, pode gerar um clique em conversão de vendas, ou seja, marketing direto na veia. Mas o novo meio ainda apresenta desvantagens claras que precisam ser desenvolvidas com o tempo:
- Target incompleto – a mensagem é associada ao vídeo, sem reconhecer o usuário que está acessando. As ferramentas de “behavioral targeting” vão consertar esta falha.
- Reach reduzido x comparado com a TV aberta – a migração é clara, e o tempo irá reduzir essa diferença.
- Formatos – um filme de 30’’, bem produzido, tem impacto maior que um layer sobre o vídeo. Tirando o varejo, a conta é dinheiro investido na produção e exposição, versus eficácia da comunicação. Chegará dia em que as agências serão cobradas por resultados…
- Criatividade – limitada, se avaliarmos o espaço destinado á comunicação. Mas acredito na evolução deste formato.
A Apple TV nos apresenta uma plataforma integrada ns meios. O problema é que os atores dos meios tradicionais são bem diferentes dos desbravadores digitais, e ainda é muito cedo para prever o final do filme.
Fonte: Jornal Propaganda e Marketing, edição de 24/08/2009 pg02.
às 11:47
admin
A Massificação do Vídeo Online
Segundo jornal Propaganda e Marketing, edição de 17 de agosto de 2009, o vídeo online ganhou espaço e fama no meio publicitário. Presente em campanhas, o vídeo tornou-se a principal ferramenta interativa on demand, ou seja, que oferece aquilo que o consumidor deseja, no momento que deseja.
De acordo com estudos da Frank N. Magid Associates, 77% dos usuários americanos assistem vídeos na internet e 43% fazem isso semanalmente. Essa pesquisa também afirma que vídeos online são tão ou mais interessantes do que os programas de duração mais longa das TVs. Portanto, sua massificação acabou acontecendo naturalmente.
Outros números comprovam esta grande aceitação. O site de vídeos Hulu cresceu 490% entre abril de 2008 e abril deste ano, de acordo com consultoria Nielsen. O crescimento colocou o site na vice-liderança entre os portais de vídeos mais acessados nos EUA, ficando atrás apenas do Youtube.
Essa grande ascensão dos vídeos online despertou o interesse de diversos segmentos, que cada vez mais entram nessa onda. E os motivos não faltam: agência de publicidade podem desenvolver novas estratégias online para seus clientes, aumentando o market share de determinadas marcas. Os grupos de mídias conseguem disponibilizar com mais rapidez os conteúdos para seu público. E as empresas disseminam informações e propagam palestras e treinamentos.
O Boticário, por exemplo, distribuiu seus vídeos pela internet para propagar, via TV corporativa, a mensagem de seu presidente para mais de 2.700 lojas espalhadas pelo Brasil. Essa solução democratiza a informação dentro da empresa, uma vez que possibilita, por exemplo, a colaboração na produção de conteúdo e uma maior facilidade na disseminação de técnicas de venda. Dessa forma, a comunicação passa a ser interativa e deixa de ser top-down.
Já a ABRIL Digital, empresa do Grupo Abril, utiliza plataforma de gerenciamento, armazenamento e distribuição de vídeos nas páginas da web para oferecer conteúdo e informações exclusivas aos leitores de sites e publicações, ampliando assim seu relacionamento.
Outro nicho encontrado pelas empresas é a utilização dos vídeos online para agregar skills à marca, ou seja, mostrar como o produto pode ser melhor utilizado. Esta prática tem sido muito utilizada por grandes marcas para agregar valor e status ao produto e para dar suporte ao consumidor. A Apple por exemplo, lançou recentemente uma propaganda de tv que logo chegou a internet, ressaltando algumas funcionalidades do IPhone 3G, e foi visto por milhares de consumidores. Outro exemplo foi o da Nokia que no lançamento do N97, divulgou um vídeo-demo destacando as principais funções do novo produto.
Além destes dois exemplos, tem também, a Fedex que estreou recentemente, sua primeira campanha de vídeo web, com 5 vídeos de 3 minutos cada.
Tal estratégia se justifica em números: de acordo com pesquisa do eMarketer, 53% dos jovens americanos entre 18 e 24 anos declaram assistir mais vídeos pela web do que pela tv. Sinal do novos tempo!
Ações como da Apple, Fedex e Nokia também se justificam pelo poder de viralização. Esse tipo de vídeo envolve o internauta, seduzindo-o a indicar o vídeo online (comercial) para outras pessoas. Esta prática é muito bem aceita, pois em recente pesquisa da Nielsen, apontou que 9 entre 10 consumidores de internet no mundo confia em sugestões de pessoas conhecidas.
Os vídeos online, como vimos, são uma vitrine para que qualquer pessoa conheça melhor uma empresa ou determinada marca. E, em um mundo cada vez mais competitivo em com mais informações, quem não apostar nesta tendência viverá na Idade da Pedra. Seja bem-vindo a este novo tempo!
Fonte: Jornal Propaganda e Marketing, edição 17 de agosto de 2009 pg.02
27 de Agosto de 2009 às 11:13
admin
A Idea.Immagine colhe frutos da qualidade de suas produções e o ótimo relacionamento que mantem com seus clientes. Sempre priorizando e valorizando a fidelidade dos mesmos, a Idea.Immagine investe naquilo que acredita, que é a satisfação completa de seus clientes.
É sempre bom sentir o reconhecimento de um trabalho bem feito. Já esta disponível na pagina a Idea.Ação um compacto do Case Arezzo.
A Arezzo tem um grande investimento em treinamentos. A cada nova coleção, toda a rede – 228 lojas – é municiada com treinamento de tendências de moda, produtos e de vendas. Toda rede recebe treinamento a cada 40 dias. A produção e transmissão deste conteúdo foi projetada e desenvolvida pela Idea.Immagine junto ao departamento de Treinamento Arezzo, sob coordenação de Silvia Barros.
O projeto que começou em 2008 tinha caráter experimental, mas a rápida aceitação e retorno fez a TV Arezzo se tornar uma realidade.
Veja agora o compacto do Case Arezzo e o Making of de uma gravação acessando o link http://www.iivp.com.br/idea-acao/
8 de Julho de 2009 às 16:54
admin
Você já pensou e planejou projetos de conteúdo audiovisual que compõem o universo da Copa do mundo de 2010?
Esta é a oportunidade ideal para lançar campanhas de incentivo para equipes de sua empresa. Visando mostrar a competência e a vontade de vencer da seleção brasileira, o vídeo de incentivo se encaixa perfeitamente para quem busca crescimento e motivação para as empresas.
O vídeo de incentivo é um elemento imprescindível para motivar todas as equipes de uma organização, principalmente a de vendas.
Para a Idea.Immagine, que é especialista em produção de conteúdo audiovisual voltado para incentivos, utilizar-se de um universo tão promissor e positivo como a copa do mundo é uma excelente forma de trazer resultados, além de alavancar a imagem da empresa como uma organização que acompanha as novidades do mundo e se preocupa com sua equipe de colaboradores.
Acesse nosso site e veja em nosso repertório exemplos de nossas produções. www.iivp.com.br
24 de Junho de 2009 às 10:19
admin
Segundo a revista Tela Viva, edição de maio/2009, desde 2006 o Fórum Brasil – Mercado Internacional de Televisão, evento organizado pela Converge Comunicação em São Paulo, inclui pitchings em sua programação para proporcionar aos produtores brasileiros a experiência de expor seus projetos a importantes players nacionais e internacionais.
Pitchings são oportunidades que os canais de TV dão para produtoras mostrarem suas produções, seus conteúdos, e em forma de concurso, é escolhido o programa para ganhar aquele espaço cedido pelo canal de televisão.
Para as produtoras de vídeo, esta “exposição” gera oportunidade de investimento externo em suas produções, possibilitando até mesmo, a veiculação de propaganda dos produtos e serviços dos investidores.
Segundo Levi Luz, diretor cinematográfico da Intervalo Produções, “Chegar na TV é complicado. Tivemos a oportunidade de começar na WebTV e é mais fácil irmos para outras mídias com projetos em andamento”.
Considerando a explosão dos vídeos na Web, programas que visavam inicialmente a televisão como janela de exibição, foram reformulados para as novas mídias.
Segundo Pedro Antônio, diretor da produtora Vitória Produções, no Rio de Janeiro, este é um bom momento para a produção de conteúdo. “Hoje em dia você tem muitas oportunidades, há espaço no mercado quando você confia na qualidade do conteúdo que está oferecendo”.
Para concluirmos, podemos observar que há oportunidade para quem quer produzir conteúdo de qualidade, as novas mídias (vídeos na Web), estão superando cada vez mais os índices de audiência, basta encontrarmos quem realmente esteja interessado em explorar os benefícios deste tipo de produção.
Fonte: Revista Tela Viva, edição Maio/2009.
8 de Junho de 2009 às 15:28
admin
Dicas de como uma campanha viral pode ser bem-sucedida na internet
O consumo de vídeos na internet já está bastante dissiminado entre os internautas, e as marcas devem aproveitar esta febre para ter em suas mãos uma resposta rapida e barata de si mesmo, e como fazer isso? Fazendo vídeos virais.
Há uma grande diferença entre construir uma campanha de vídeo para tornar viral, e uma campanha que realmente atinja a gama de consumidor desejado. Um número que indica o sucesso de uma campanha viral, é um milhão de acessos. Os vídeo bem sucedidos costumam quebrar esta barreira, logo nas primeiras semanas, onde ocorrem 35% dos acessos, que é a fase inicial da campanha, e acaba definindo a trajetória como um todo.
As campanhas têm depois disso uma fase de duas semanas de transição, quando a audiência cresce 20% semanalmente. Campanhas bem-sucedidas e as que não deram certo costumam ter uma taxa parecida neste período, daí, a importância da semana inicial.
Finalmente, após o crescimento e transição, as campanhas virais tendem a ficar em uma fase constante, crescendo 10% ou menos por semana.
Muitas campanhas de vídeos virais já tiveram sucesso e outras nem tanto, mas a cada vez que analizamos estes dados ficamos mais próximos de entender e talvez até influenciar o comportamento do consumidor internauta.
Dica do Matt Cutler, diretor de Marketing da Visible Measures, para tornar o vídeo um sucesso:
Plante inteligentemente: nem todos os sites de vídeos atingem aos mesmos públicos. Se seu alvo são rapazes jovens, talvez a opção seja o Break.com.
Pense em profundidade, não largura: Campanhas de sucesso não distribuem vídeos em 50 redes de uma só vez. Ao invés disso, selecione 3 a 5, compre mídia para suporte, alcance a imprensa especializada e os usuários, e tente chegar à lista de “Mais assistidos” na maior parte deles.
Não conte para todos: Veja as campanhas I´am a PC, com Jerry Seinfeld e Bill Gates, e Gorilla, da Cadbury. Elas deixaram as pessoas se perguntando “Isso é real?”, “Eles realmente fizeram isso?”, ajudando a propagar o conteúdo.
Fonte: Site Meio&Mensagem: Da AdAge, por Matt Cutler, diretor de marketing da Visible Measures.
Veja artigo completo em: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/?Como_fazer_seu_video_se_tornar_viral
2 de Abril de 2009 às 10:45
admin
Agencias se reestruturam e investem em tecnologia para aprimorar serviços em novas mídias
Segundo Revista Tela Viva edição Março/09, grandes agências do mercado estão investindo mais em novas mídias e se especializando neste setor.
No 1° bimestre de 2009, algumas agências já criaram novos setores e departamentos para melhor atender esta demanda de vídeos na internet, que surgiram como a nova mídia do momento.
Este movimento tem como finalidade expandir novos negócios das agências no setor de web. De acordo com informações divulgadas no início de Março pelo projeto Inte - Meios, relatório de investimento em mídia no País feito pela PricewaterhouseCoopers para Editora Mei&Mensagem, a internet foi o meio que mais recebeu investimentos publicitários em 2008, registrando um aumento de 44,2% em relação ao ano anterior.
Sabendo que o vídeo para internet tem uma formatação, com relação a custo, bem diferente dos vídeos publicitários, as agências estão se unindo a pequenas produtoras de vídeo para atender bem esta demanda, uma vez que estas produtoras já nasceram na era digital e tem o expertise necessário para produzir um vídeo para ser veiculado na internet.
Para vídeos web, não são necessários grandes etapas de produção que remetem a alto custo de produção. Desta forma, as produtoras menores conseguem pular grandes etapas para entrega do material, conseguindo pensar em uma mídia mais focada em mais econômica.
Entretanto, quando o vídeo é o mesmo para internet e para TV, os clientes ainda preferem trabalhar com os diretores e produtoras de TV, pois são feitos com os mesmo cuidados de um vídeo exclusivo para televisão. A tendência é a produção de vídeo web ser feita com os mesmos cuidados dos vídeos para TV, pois com a banda larga, mais e mais gente conectado e a disseminação desta mídia, fará com que os investimentos aumente cada vez mais, gerando maior verba para investir em vídeos para internet.
Fonte – Veja matéria completa em: Revista Tela Viva - Edição Março/2009 pg.24
27 de Março de 2009 às 16:05
admin
É isso aê gente, hoje, dia 23 de Março, a Idea.Immagine completa 6 anos de muita dedicação, trabalho e sucesso. É muito gratificante para nós olhar para trás e ver o caminho que já percorremos claro com ajuda de nossos fornecedores, colaboradores e sem dúvida nenhuma, de nossos clientes.
São 6 anos de desafios superados e muita vontade de seguir em frente.
Para conferir nossos trabalhos realizados neste anos, acesso nosso site e veja nosso portifólio:www.iivp.com.br
Obrigada á todos!
Idea.Immagine
23 de Março de 2009 às 11:23
admin
No passado, o consumidor vivia num mundo de poucas escolhas e baixa tecnologia, onde a mídia era concentrada e o consumo de mídia passivo. Foi neste mundo que a propaganda tradicional cresceu.
Hoje, ao contrário, o consumidor vive num mundo de muitas escolhas, de alta tecnologia e de uma mídia fragmentada, que é consumida de maneira seletiva e interativa. Numa era de seleção, contratação e cocriação de conteúdo, ele se tornou imune a mensagens que chegam por interrupção e repetição.
Esta nova Era pede uma nova forma de atuação. Marcas que quiseram falar com o consumidor precisam ter relevância cultural. Consumidores não querem mais comprar marcas. Eles querem se engajar na lutas e crenças que as marcas representam.
A forma mais poderosa de branding expressa um ideal cultural, um ponto de vista a respeito da sociedade. Ela traz implícita uma ideologia, que as pessoas adotam para dar mais significado às suas próprias vidas.
No passado, somente líderes carismático podiam liderar um movimento cultural. Ou pessoas com influência ou dinheiro. Mas, na nova Era, qualquer um pode fazê-lo. Pense em todos os problemas que a indústria fotográfica vem enfrentando e imagine que uma garota pode ter 4 milhões de fãs a partir de um vídeo no YouTube.
Uma marca também pode liderar um movimento cultural.
Ela pode fazer isso ativando a base de consumidores, em vez de simplesmente veicular para eles; fazendo com que os consumidores queiram se engajar a ela, em vez de simplesmente comprá-la; construindo autenticidade e conexão.
Um movimento cultural cria plataformas e consumidores para as pessoas se engajarem a uma idéia que é relevante para elas, fazendo com que se juntem em torno de uma causa mobilizadora e se tornem passionais, quase militantes.
Um ideal com relevância cultural projeta a marca para além da categoria do produto. Ela dá à marca um papel na sociedade e fornece uma plataforma maior que um posicionamento tradicional de marca.
Em vez de um posicionamento que começa no produto e chega até o consumidor, um movimento cultural começa na cultura e envolve o produto.
Em vez de mensagens baseadas em diferencial competitivo e vocabulário de guerra para falar de si mesmo, as mensagens têm relevância pessoal, o vocabulário é evangelista e os outros é que falam sobre você – levando o consumidor à descoberta e ao envolvimento.
*Presidente da PeraltaStrawberryFrog e jurado em Cannes/2009
Fonte: Jornal Propaganda & Marketing – Editora Referência
Edição: Ano 44 – N°2242 – São Paulo, 09 de Março de 2009. Pg.02
17 de Março de 2009 às 11:36
admin
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